
Na ocasião, Cabezón, que preside a Comissão de Direitos Infanto-Juvenis da seccional da Ordem, efatizou questões ligadas a origem do problema, atos de prevenção, a responsabilidade dos pais, da escola e sociedade.

Cabezón diz que os pais são imprescindíveis para identificar logo no início quando o filho é hostilizado por colegas, inclusive na internet, em blogs e redes sociais. Segundo ele, o bullying na rede é tido como mais grave, pois expõe a vítima publicamente, e escolas, sites e o poder público podem ser responsabilizados nas esferas criminal e civil.
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